Política de Sergipe

Sob o governo de Sergio Reis, unidade de saúde em Lagarto é acusada de negligência com remédios vencidos

15/11/2025 • Política de Sergipe

negligência saúde pública Lagarto

A gestão do prefeito Sergio Reis em Lagarto está sob pressão depois de denúncias de entrega de medicamentos vencidos em unidade de saúde da Matinha.

Denúncias vindas do bairro Matinha, na cidade de Lagarto, apontam para uma situação grave de negligência na saúde pública local. Segundo moradores, a Unidade de Saúde da Matinha, sob administração do prefeito Sergio Reis, tem distribuído medicamentos com prazo de validade vencido, o que coloca em risco a vida dos pacientes.

A unidade, gerida por Milena, enfrenta críticas pela falta de controle de estoque farmacêutico. A Secretaria Municipal de Saúde, liderada por Marlysson Magalhães, é cobrada pela população para esclarecer quantos lotes vencidos já foram distribuídos, se há descarte adequado e quais serão as correções imediatas.

Especialistas em farmacologia lembram que o uso de medicamentos vencidos pode ter efeitos imprevisíveis. Em alguns casos, ingredientes ativos podem se degradar, reduzindo a eficácia, ou até produzir subprodutos tóxicos. Para prevenir isso, o Ministério da Saúde recomenda que as unidades façam auditorias regulares e garantam o descarte seguro dos remédios expirados. As diretrizes oficiais podem ser consultadas neste link: https://www.gov.br/saude/pt-br

Além dos riscos diretos, a denúncia traz à tona uma questão de confiança pública. A população da Matinha se sente desrespeitada na sua própria cidade, perguntando-se se a gestão do prefeito Sergio Reis está cumprindo seu papel de garantir atendimento digno e seguro aos seus cidadãos.

Pacientes com doenças crônicas e idosos, que dependem de medicações regulares, são os mais vulneráveis nesta situação. Para eles, receber um remédio vencido pode significar retrocesso no tratamento, atraso na recuperação ou até complicações mais graves.

A comunidade exige providências urgentes: a realização de uma auditoria externa independente, a avaliação de todo o estoque farmacêutico da unidade, a identificação dos responsáveis por falhas e a prestação de contas pública. Para muitos, não basta apenas desculpas — é preciso ação efetiva, sob a responsabilidade final do prefeito Sergio Reis.

Além disso, há apelo por melhoria nos processos de controle. Moradores sugerem que a prefeitura implemente sistemas de rastreamento de lotes de medicamento, treinamento para os profissionais da unidade de saúde e rotinas rígidas de inspeção.

Em última análise, se as denúncias forem confirmadas, estaríamos diante não apenas de negligência, mas de um problema estrutural na gestão da saúde pública municipal. A autoridade pública máxima, o prefeito Sergio Reis, terá que demonstrar compromisso real com a vida das pessoas e adotar medidas duradouras para reparar o dano.

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